Nas entrelinhas
Certa vez ouvi, sem palavras...
Perdoa-me não ser capaz
de dar o que imploras
com esse olhar triste
que me desvenda.
Consola-te com o fato
de que tudo que
toco se desfaz
E que não sei
[jamais soube]
o que é ser feliz.
Absolve meu pecado
de não encontrar nos teus lábios,
no teu corpo,
o desejo que me inspira.
Esquece que um dia te sussurrei
as “tais palavras traiçoeiras” ao ouvido
sem saber se realmente era
o que por ti sentia .
Desculpa meu coração
por não gritar teu nome com desespero,
mesmo depois de minha razão
[e só minha razão]
ter “escolhido” a ti.
Entende minha necessidade
de voltar atrás e de reconstruir
meu antigo sonho
dos escombros falidos que restaram.
Olvida-me, ilusão querida,
pois jamais serei capaz
de amar-te.
E por isso
[porém não só por isso]
mais uma última vez
te peço perdão...
Perdoa-me não ser capaz
de dar o que imploras
com esse olhar triste
que me desvenda.
Consola-te com o fato
de que tudo que
toco se desfaz
E que não sei
[jamais soube]
o que é ser feliz.
Absolve meu pecado
de não encontrar nos teus lábios,
no teu corpo,
o desejo que me inspira.
Esquece que um dia te sussurrei
as “tais palavras traiçoeiras” ao ouvido
sem saber se realmente era
o que por ti sentia .
Desculpa meu coração
por não gritar teu nome com desespero,
mesmo depois de minha razão
[e só minha razão]
ter “escolhido” a ti.
Entende minha necessidade
de voltar atrás e de reconstruir
meu antigo sonho
dos escombros falidos que restaram.
Olvida-me, ilusão querida,
pois jamais serei capaz
de amar-te.
E por isso
[porém não só por isso]
mais uma última vez
te peço perdão...
É, definitivamente problema da vida são os ''SEs''. São eles que nos pegam desprevenidos às duas horas da manhã, depois de um dia especialmente cheio de desilusões, e nos olham com um sorriso zombeteiro dizendo: ''Será que você fez a coisa certa?''. Ninguém nunca saberá.
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