Tem muita pobreza por aí, muita dor e carestia. Mas o mais encantadoramente assustador é ver também que a tudo isso se permeiam sorrisos gentis e uma generosidade estarrecedora, do tipo que falta a mesmo o nós que temos tão mais, em comparação. A esperança e a fé deixaram de ser conceitos e se tornaram mais reais para mim nesses últimos dias. É mentira o que dizem por aí. Elas não morrem, nem no fim, estão sempre vivas no coração de um povo doce e bom. O nosso povo, nossas gentes. E olha que eu tô só no começo do começo...
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