segunda-feira, julho 31, 2006

Bela e a Fera

Das tantas e tantas vezes que vi esse filme (incontáveis, pra ser sincera) me ficou a impressão de que era assim que devia ser o amor: puro, doce e delicado, antes de qualquer outro predicado. Mas aí vem a vida e ensina os quatro cantos da parede, como diria mamãe. O amor é tão incomum que já começo a questionar se dentro de um casal ele pode existir realmente. O tal do pote de ouro no fim do arco-íris. Ora, se até os arco-íris hoje estão raros! Deve ser a poluição. O post tá cínico e desencantado, mas a música aí embaixo... ahhhh... essa tem a poesia de uma inocência inexorável, daquela que não existe mais dentro de mim e que eu queria recuperar. Definitivamente, já fui uma pessoa melhor...


Tale as old as time
[Mrs Potts no vocal]

Tale as old as time
True as it can be
Barely even friends
Then somebody bends
Unexpectedly

Just a little change
Small, to say the least
Both a little scared
Neither one prepared
Beauty and the Beast

Ever just the same
Ever a surprise
Ever as before
Ever just as sure
As the sun will rise

Tale as old as time
Tune as old as song
Bittersweet and strange
Finding you can change
Learning you were wrong

Certain as the sun
Rising in the East
Tale as old as time
Song as old as rhyme
Beauty and the Beast