quarta-feira, setembro 13, 2006

Sem promessas, sem quaisquer amarras. Não, não foi esse o combinado em voz alta. Ficou assim, implícito. Eu sei que podia me empenhar mais, nós podíamos. Mas não vamos. E nem imagino o porquê. Ou melhor, até imagino. Só tento lembrar de esquecer. Umas cem vezes ao dia, mais ou menos. E ainda quando não há espaço para mais nada, me vem esse tremor indefinível. Medo, medo demais. Porque eu começo a contar com você pra aliviar meu cansaço e me trazer um sorriso aos olhos. Porque no meio do caos me vem essa vontade de segurar sua mão e encostar meu rosto no seu. Porque minha insanidade começa e termina em você.


Nós não fizemos as juras que ao quebradas podem magoar, é inegável. Só que ainda acho que eu corro o risco de chorar. E talvez até você também esteja nesse barco. Acho que nunca vou saber com certeza...