Ao futuro, ao passado...
Aos meus ámigos, os barcos de minha existência...
"...então os bons navios repousavam
lado a lado no mesmo porto,
tão tranqüilos que poderia se dizer
que tivessem tido a mesma destinação.
Mas em seguida o apelo irresistível de nossa missão
nos levaria de novo um para longe do outro,
cada um sobre mares, rumo a paragens,
sob sóis diferentes -
talvez para nunca mais nos revermos,
talvez para nos revermos uma vez mais -
mas sem nos reconhecermos:
mares e sóis diferentes
provavelmente nos fizeram mudar!"
[Friedrich Nietzsche]
É engraçado crescer e, de uma forma meio paradoxal, muito doloroso. Prazer e dor que se mesclam tão naturalmente quanto respirar. Hoje o futuro me parece mais incerto do que nunca, mas meu espírito está de asas abertas, exultante, esperando o vento das mudanças. Que esse sol me transforme e que tudo fique diferente sem que eu perca a certeza de que nos reconheceremos sim, contra todas as expectativas do contrário...
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