segunda-feira, dezembro 26, 2005

Parece mentira, mas...

Cliquem na imagem pra poderem ler melhor, crianças!

terça-feira, dezembro 20, 2005

Olha os meus orgulhos aí!!!

Olha como tão sérios, fazendo o juramento! Oh orgulho grande esse meu! Já são médicos de VIDA REAL! Eu num posso com isso não, é muita emoção. Olho cheio de lágrima aqui!

sábado, dezembro 17, 2005

Alguma coisa que não é só para executivos, cara!

Às vezes me parece quase inacreditável que já estejamos às portas de 2006. Encontramo-nos novamente nas cercanias das festas de fim de ano, época que particularmente não é uma das minhas favoritas, admito. E não há um só motivo concreto. Mas me dá uma tristeza estranha, uma vontade que passe logo, não sei. Não que não me emocione a simbologia, principalmente a do Natal (o que não é difícil atualmente, pois quase tudo me leva às lágrimas), só que a depressão aparece mesmo assim...

Sempre deixei claro que sou fã de Cristo (filho de Deus ou não) e acho mais do que justo comemorar o nascimento de um cara tão importante, que realmente mudou o mundo com palavras simples, acessíveis e idéias verdadeiramente revolucionárias. Mesmo com tantos recursos modernos, nunca mais ninguém fez algo nem minimamente semelhante, com a mesma força ou importância. A propaganda boca-a-boca mais bem sucedida de História tinha que levar uma mensagem realmente fenomenal, vocês não acham?

E é exatamente agora a nossa oportunidade, cada vez mais rara, de ver um pouco mais de boa vontade entre os homens, mesmo que ela seja passageira e incerta como o brilho de uma vela numa ventania. É tempo de aproveitarmos para nos contagiar com a inocência doce das crianças que esperam com ansiedade pela concretização dos seus desejos, a fé que eleva os que crêem na celebração dos seus mistérios, a vontade de dividir, de doar até mesmo um pouco de nós mesmos com a humanidade. Essa beleza toda é o que me atrai e ao mesmo tempo me irrita. Por que somos tão bons só numa pequena parte do ano? É melhor por um curto período do que nunca, isso eu sei.

Então façamos isso, lutemos! E quando nossa vontade se esvair lembremos de Jesus, de Gandhi, de Che Guevara, de Buda, de Madre Teresa de Calcutá, de Martin Luther King e de tantos, tantos outros que quiseram (e querem) transformar a igualdade numa palavra de ordem diária e o amor numa realidade inexorável.

Mafalda: Até que enfim, meu Deus, até que enfim!...
Filipe: O que foi, Mafalda?
Mafalda: O Natal está chegando para todos! Já imaginou? Para TODOS!
Filipe: E daí?
Mafalda: Como?...Você não percebe?
Filipe: O quê?
Mafalda: Finalmente está chegando alguma coisa que não é só para executivos, cara!
[QUINO]

quinta-feira, dezembro 01, 2005

"Idiota é você que não percebe que não cresceu!"

Como assim? Eu achei que tinha crescido. Na verdade, imaginava que já tinha nascido adulta, quase. Mas aos treze anos sempre nos achamos muito maduros, claro, não vale. Quando é que se cruza a linha e se torna gente grande, então? Depois de muito bater a cabeça na parede e tentar suicídio três vezes? Depois de ficar amarga pela vida e esquecer de notar a beleza estranha do girassol? Depois de perder a capacidade de se compadecer e de não mais conseguir chorar quando dói? É, então eu não cresci não. E não sei se quero crescer jamais.

Aprecio minhas pequenas e inexplicáveis explosões de mau-humor em dias parados e insuportáveis. Aceito minhas crises de choro nonsense pré-menstrual. Tolero bem minhas manias estranhas e meio sem sentido. Gosto de perceber que meu coração ainda se parte e que ainda é capaz de quase se desintegrar em alegrias extremas. Tenho fé na minha falta de fé e vivo segundo o que dita minha consciência. Cultivo meus amigos e faço papel de idiota com eles, por eles. É, talvez eu não tenha crescido mesmo.

Mas gosto desse limbo. Definitivamente.
Vou ter o resto da vida todo pra ser adulta. Espera mais um poquim, tá?
Quero deixar de ser idiota agora não.