quinta-feira, outubro 28, 2004

A velha carapaça...

De tantos eus

quem sou?
não sei.
presumo.
pressinto.
às vezes, me vejo.
às vezes, me invento.
às vezes, apenas finjo.
[Márcia Maia]


Há tanto tempo tenho vivido com esse estigma de perfeição que estou ficando cansada dessa fama positiva toda. Não sei bem como é isso, mas projeto uma imagem certinha demais e crio expectativas altas nos outros. Ninguém espera que eu seja grossa ou arrogante ou egoísta ou insensível... Assim, tenho grandes chances de decepcionar as pessoas quando elas descobrirem que eu sou humana e cheia de defeitos insustentáveis como todo mundo.

Ser tão superestimada eleva meus níveis de estresse à estratosfera, cortisol rola solto e eu de mãos atadas começando a noiar, mesmo sem querer, para de certa forma corresponder à essa propaganda enganosa que transmito inconscientemente. Sou uma farsa tão completa que nem eu mesma consigo encontrar quem eu sou sob essa carapaça polida que sustento há anos.

E a culpa não é de absolutamente ninguém. Na pior das hipóteses, é minha já que fui EU quem se deixou consumir pela carapaça... Se não tiver cuidado, um dia ela sai andando e me deixa para trás procurando no caminho onde exatamente comecei a errar, quando foi ao certo que caí do cavalo e perdi os sentidos para aquela vozinha que existia dentro de mim e dizia para eu ser eu mesma antes que fosse tarde demais. Cuidado!!! Evitem esse tipo de surdez... é o pior que existe!

"Oh, Senhor! Se soubesses que criatura mal humorada
eu sou por trás de toda essa amabilidade!"
[Jane Welsh Carlyle]

terça-feira, outubro 26, 2004

"Não canse quem lhe quer bem"

Essa frase aí em cima, no título do post, é minha mais nova fixação (não sei de onde eu tirei essa mania de frases!). E sabe de quem é ela??? É um ditado dos índios Codiuéus. Okay, você não sabe quem são eles (e muito menos eu), mas olha a profundidade e a impossibilidade da coisa toda. Porque são exatamentes essas pessoas que a gente mais cansa. Mas mesmo assim tá valendo a dica. A idéia é tentar manerar sempre que possível e se dependurar no ombro das pobres boas almas sempre que tudo estiver IMPOSSÍVEL! :)
Bjos, crianças...
PS.: As provas rondam minha porta essa semana... rezem por mim antes que seja tarde!!!

terça-feira, outubro 19, 2004

Vinte e quatro horas

Quero fazer de hoje
um dia inesquecível,
um dia indispensável,
um dia insubstituível!
Por nada. Por mim.
Pela madrugada...
E se houver um
motivo maior,
que se revele
agora,
ou se cale
por
vinte e quatro horas.
[Cláudio Lessa]


Tem uns dias estranhos em que a gente até tenta, mas não consegue fazer nada além do mínimo necessário para manter uma razoável aura de normalidade em torno de si. Dias de ombros eretos a força e sorriso que não chega aos olhos... Dias absolutamente esquecíveis, dispensáveis e substituíveis. Mais vinte e quatro horas de silêncio.

domingo, outubro 17, 2004

MEU/TEU TEU/MEU

Meu sorriso
Teu guia

Teu suspiro
Minha rendição

Minha certeza
Tua segurança

Teus olhos
Meus lábios

Meu colo
Teus dedos

Teu hálito
Minha pele

Meu anseio
Tua vontade

Teu desejo
Minha loucura

Juntos
Onde não há
Teu
Ou
Meu
Apenas nós.

quinta-feira, outubro 14, 2004

Aonde eu for. Sempre.

Sempre me considerei uma pessoa relativamente sociável. Essa característica talvez seja fruto direto do fato de eu ter mudado infinitas vezes de colégio (quase uma estratégia de sobrevivência na selva) a ponto de propor em casa um ultimatum de que onde começasse o primeiro ano do ensino médio seria a última escola que eu freqüentaria. E assim foi. Eu sentia uma necessidade enorme de iniciar o ano conhecendo pelo menos uma pessoa da minha sala, de ter alguma raiz, qualquer coisa. Hoje vejo que só muito depois eu reconheceria realmente o significado do que é “ter raízes” já que na maior parte do tempo eu juntava pilhas de conhecidos e bem poucos amigos. Um mau hábito tão arraigado que havia se convertido em reflexo, eu admito.

Parecia normal não deixar as pessoas fazerem mais do que arranhar a minha casca protetora, era mais simples ser próxima dos outros mantendo um braço de distância. Eu participo da sua vida, conheço os seus problemas, enxugo suas lágrimas, mas não me peça para mostrar as minhas cicatrizes, não ultrapasse os limites! Isso sempre foi a minha cara. E por isso perdi tantas pessoas especiais e deixei que escapassem vários amigos-pra-vida-toda em potencial.

Odeio alimentar arrependimentos, só que alguns são inevitáveis como respirar: os amigos que eu não cultivei. Flashes de tempos felizes impressos eternamente na minha memória, uma saudade infinita, uma vontade de voltar atrás mesmo sabendo não ser possível, tendo consciência de que hoje os ventos que sopram são diferentes e as velas de nossos barcos nos levarão em direções diametralmente opostas.

Há alguns poucos anos, recebi uma lição valiosa de uma pequena grande ámiga. Ela me ensinou a dizer EU TE AMO. E a verdade é que amor é muito mais simples do que a maioria das pessoas vê ou imagina. Sou capaz de amar com intensidades diferentes, por períodos variáveis de tempo e isso não descaracteriza o sentimento. Outro dia vinha na rua e uma velhinha sorriu para mim e, por um instante no tempo, eu a amei por me fazer ter vontade de retribuir. Então como não amar as pessoas com as quais aprendi a perder parte de mim para receber mil vezes mais, aquelas que foram fortes e pacientes o suficiente para galgar os degraus da torre onde escondo quem realmente sou, as que suportam meu mau-humor, minha tristeza, minhas desilusões, meu cansaço e ainda assim permanecem ao meu lado num atestado silencioso de que me amam infinitamente? A esses eu dedico meu amor perene, imorredouro. E lhes declaro tantas vezes quantas forem possíveis esse amor para que jamais eles também se tornem uma saudade sem jeito, um arrependimento feroz.

Como viver sem o humor ferino, as tiradas inteligentes, a paciência de escutar e a sabedoria de aconselhar do Tele? Sem o pavio curto, a família maravilhosa e o carinho imensurável da Caru? Sem a vulnerabilidade, as conversas non sense e a loucura sábia da Moni? Sem a gentileza, a simplicidade e o espírito mutante do Lins? Sem a vaidade, a bondade, a hospitalidade e as flores de papel do PH? Sem a sensibilidade, a curiosidade, a perspicácia e o coração mole do JP? Sem o bom senso, a capacidade de raciocínio rápido e o abraço acolhedor do tio Uli? Sem as piadas, as cartinhas, os desenhos e a gentileza do Thilk? Sem as conversas na praia, os mails de saudade e o idealismo do Gustavo? Sem o sorriso de criança, a bondade infinita e a fé da Márcia? Sem o sorriso-sol da Rebeca, sem o jeitinho meio tímido do BD, sem a companhia de todo dia da Régia, sem a elegância e a doçura da Lara, sem aquele olhar traquina que de vez em quando surpreendo na Carol Veras, sem a loucura de Dél´s, sem o jeitinho meigo do Felipe, sem a delicadeza sem limites da Viviany, sem as gargalhadas da Sara, sem o jeito estabanado da Rafaela, sem a ponderação da Carol Nóbrega, sem as opiniões incisivas do Nagib, sem o espírito lutador da Veruschka, sem tudo aquilo que eu amo em cada um dos meus amigos (os aqui citados e os não citados também)? Como conseguir viver sem vocês??? Espero nunca ter que descobrir.

Amo a todos.
Para sempre.
E ainda além do sempre.
Aonde eu for.

terça-feira, outubro 12, 2004

Cartas de amor

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

[Álvaro de Campos (Fernando Pessoa), 21-10-1935]


As cartas de amor têm um encanto especial porque, apesar de absolutamente tudo, trazem em si uma ingenuidade bonita que parece faltar nos relacionamentos atuais. Só quem ama supera a vergonha e faz uma coisa dessas. Lembro que usei uma vez esse poema para fazer hora com a Caru numa situação muito engraçada e desde então sempre gostei dele. Essa é a verdade: só as pessoas que nunca escreveram cartas de amor é que são ridículas... e aquelas que jogaram fora as poucas que receberam também! ;) Sejam ridículos, escrevam cartas de amor se há alguém para amar, hajam como crianças (não há dia melhor que hoje para isso!)e percam a vergonha da felicidade! Essa é minha sugestão hoje.

Beijos ridículos!!! :)

segunda-feira, outubro 11, 2004

A mulher perfeita

Eu escuto constantemente meus caros amigos afirmando que sou muito exigente. Não exigente com picuinhas ou detalhes descuidados. Mas exigente para mulheres. Afirmam que busco a mulher perfeita, chegam à conclusão que ela não existe (com devida exceção à Mari Alexandre. Ainda assim há quem duvide de sua existência.) e logo emendam um: “Assim você vai ficar solteiro para sempre”. Desculpem-me, caros amigos, mas estão redondamente enganados. A mulher perfeita existe.

Ela está lá, uma mulher comum, com todos seus defeitos e manias, quando de repente ela solta aquela risada gostosa, meiga, sincera, até meio tímida, por causa de uma bobagenzinha; então você percebe: a perfeição. Durante aquele sublime instante ela é perfeita. Cada movimento, cada nuance é a mais pura magia. Aquele olhar perdido para o chão, o jeitinho em que ela arruma o cabelo, a forma em que a luz bate em sua face. A derradeira prova da existência divina! E logo no instante seguinte ela se vai. Mas por um breve momento ela era perfeita. Assim é a perfeição.

Há mulheres que são perfeitas em pequenos momentos. Há outras que foram perfeitas para aquele momento da sua vida, mas não são mais perfeitas para o momento que você está passando. Mas há aquelas (e são essas que todos nós procuramos) que são perfeitas em sua vida, apesar de muitos momentos imperfeitos. A perfeição é o momento e não a falta de defeitos. É um aspecto temporal e não qualitativo. É aquele exato ponto em que todos as imperfeições não importam, apesar delas continuarem lá. Acredito em mulheres perfeitas. Todas são, foram e serão perfeitas para alguém em algum instante. Ela pode ter aquela “gordurinha a mais” ou aquele “jeito estabanado”. Na perfeição isso é o que menos importa.

Todos já encontraram pessoas perfeitas em suas vidas. Quando seu coração bate mais depressa, quando parece que suas mãos estão sobrando e você não sabe o que fazer; esse é o momento em que você a encontra. Não acho que meu problema seja a exigência, como afirmam meus caros amigos, talvez seja apenas um problema de atitude. Como me comportar diante de uma criatura tão perfeita? Balbucio bobagens, falo do tempo e da vida, quando o que mais queria era estar em seus braços. Não é exigência. É valorização.

Assim é a perfeição que busco, uma perfeição humana, branda, plausível, que me permita também ser perfeito para alguém.


[Orlane Falcão]


Existe uma perfeição alcançável, ao que parece... ai ai... daqui a pouco transcrevo o blog todo desse garoto pra cá e vou ter que pagar direitos autorais :). Sugiro que vocês confiram (ele ainda por cima é amigo da Vê, uma pessoa que eu adoro demais). Tem um link logo aí do lado!

domingo, outubro 10, 2004

Once upon a time...

Era uma vez uma menina sorridente que nasceu em uma casa simples, numa terra ensolarada.
Ela cresceu protegida por uma família que a amava acima de tudo e tanto amor preservou sua infância do mundo.
E assim, a garotinha permaneceu criança por tempo demais, despojada das defesas que ainda nem mesmo sabia que precisaria utilizar.
Só muito mais tarde, descobriu que aquela terra ensolarada também tinha um lado abscuro e triste.
E começou a questionar a felicidade.
E deixou de ser feliz como antes era.
Agora vive todos os dias numa procura desesperada pela inocência de outrora quando tudo eram luzes.
Mas como encontrar o presente no passado?
Onde se escondem os finais felizes???

segunda-feira, outubro 04, 2004

O masoquismo na Medicina

You really got a hold on me
[Beatles]

I don't like you
But I love you
Seems that I'm always
Thinking of you
Oh, oh, oh
You treat me badly
I love you madly
You really got a hold on me
You really got a hold on me, baby

I don't want you
But I need you
Don't wanna kiss you
But I need to
Oh, oh, oh
You do me wrong now
My love is strong now
You really got a hold on me
You really got a hold on me, baby

I love you and all I want you to do is just
hold me, hold me, hold me, hold me

I want to leave you
Don't want to stay here
Don't want to spend
Another day here
Oh, oh, oh,
I want to split now
I just can't quit now
You really got a hold on me
You really got a hold on me, baby

I love you and all I want you to do
Is just hold me, hold me, hold me, hold me

You really got a hold on me
You really got a hold on me


Há dias em que tenho vontade de largar a Medicina e há dias em que penso que não quero sair nunca dessa vida... Ai, ai... Que coisa complicada é isso de amar odiando ;) Espero que haja um jeito de tudo se resolver em paz porque até agora a coisa está duríssima. Se bem que se fosse fácil talvez perdesse a graça...


Hora de estudar até a morte!
Aos que ficam, muitos beijos!


Foto do meu último plantão na Obstetrícia do César Cals. Toda arrepiada e feia, mas adorei a foto mesmo assim... Vou sentir saudade das pessoas de lá. Espero que no Internato eu consiga voltar... Posted by Hello

domingo, outubro 03, 2004

Nuances de Existência

Sou exatamente como sou.
Sou o que esperam que eu seja.
Sou como não admitam que eu seja.
Sou como acredito que deveria ser.
Sou o que gostaria de ser.
E o que não gostaria também.
Sou tudo aquilo que não consigo evitar e tudo o que não posso perdoar em ninguém.
Sou as pessoas que vêm e vão e me deixam impregnado de sinceridade, dor e dúvida.
Sou isso que você acha que sou e sou aquilo que você nunca pensou que eu pudesse ser.
Sou aquilo que não gosto admitir que seja e sou diferente a cada minuto que passa.
A cada dia que você me liga pra me contar detalhes.
A cada momento em que alguém tenta me analisar com filosofia de botequim e psicologia barata.
Sou um cliché avesso a futilidades e obcecado por profundezas inatingíveis.
Sou o que afirmo o tempo todo e o que nunca tive coragem de mostrar.
Mas às vezes esqueço o que sou.
Como você também parece não se lembrar quem eu sempre fui e sempre vou ser.
Parece que não me conhece...

[Orlane Falcão]

Agora pergunto eu: O QUE OU QUEM É VOCÊ???
Desvende-se a si mesmo!

Seu médico tem cura!!!

Sempre me assustou o poder que o médico tem de se infiltrar na vida de uma pessoa e saber o que ela tem de mais pessoal. E a fatalidade maior é não aprendermos na faculdade a lidar com sentimentos, de não saber dar apoio emocional ou ajuda psicológica. Lembro das minhas primeiras anamneses (histórias da doenças dos pacientes) e das besteiras que eu fiz sem querer e das coisas que eu escutei sem conseguir interpretar, como aquela senhora que tinha problemas com o marido ou aquele senhor que se sentia sozinho demais ou aquela mocinha que mal falava... Esse despreparo se converte futuramente em uma completa e irrefutável incapacidade de realmente ajudar ao paciente. Vamos lá, não deixe o paciente fugir do assunto, tome as rédeas da situação!!! "Como é mesmo essa sua dor, senhora? Não, eu não perguntei do seu filhinho doente não, eu quero é saber se a senhora está com essas tonturas há mais de uma semana... Hã? Não, não... olha, eu sou médico, não entendo de sentimentos não, mas posso passar esse remedinho aqui... A senhora vai ficar um pouco dopada, mas tudo bem porque as suas angústias vão desaparecer, viu? Ah, e volte mês que vem pra eu dar uma olhadinha na senhora de novo, mas não esqueça de trazer uma queixa que eu saiba tratar, viu, senhora? Uma dessas coisas que tem no meu livro de Medicina Interna e com a qual eu saiba lidar! Enquanto isso não esqueça de tomar aquele remedinho e passe bem. Ah... e melhoras pro seu filho. O que que ele tinha mesmo? Qualquer coisa, traga ele pra mim também que eu dou um jeito! Até mais ver."


Sabe aquela piadinha: "Tenha calma, seu médico tem cura"? Estou começando a duvidar disso em alguns casos... Espero ardentemente estar errada, para o meu próprio bem...

sábado, outubro 02, 2004

O assassino era o escriba

Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado de sua vida, regular como um paradigma da 1ª conjugação.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.
A interjeição de bigode declinava partículas expletivas, conectivos e agentes da passiva o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.

[Paulo Leminski]


Divertido demais esse poema, lembra a minha adoslecência porque a primeira vez que o li foi lá pelos 12 anos. Quem nunca teve vontade de matar um professor com um objeto direto na cabeça??? :) Mesmo depois de "adulta" (atenção às aspas, por favor!) ainda me pego com esses desejos bizarros, só que hoje tenho um espírito um pouco mais crítico em relação a quem detestar e porque detestar. Na faculdade tenho encontrado muitos professores assim... E sabe o que é mais interessante? Os piores professores são aqueles que não sabem seduzir o aluno e fazê-lo se sentir instigado pelo assunto, aqueles que fazem a gente estudar sob ameaças do tipo "essa prova que eu fiz está tão difícil que eu mesmo fui resolver depois de ter elaborado e tirei menos que cinco! (com direito a risadinha irônica permeando todo o discurso) ". Me poupe! Esse tipo de gente não quer ensinar nada a ninguém, só quer mostrar que sabe e fazer você se sentir um lixo. Por essas e outras, provavelmente não vou ser legista nem vou fazer nada relacionado a bioquímica (desculpa, JP, mas não vou mesmo! ;).
Aposto que vocês devem estar pensando que eu estou de mau humor e quis despejar tudo no blog, mas não estou não. Na verdade, deixei pra colocar isso aqui num dia em que eu estivesse contente e determinada a ser magnânima, por isso não há no meu comentário palavras de baixo calão nem nomes citados explicitamente, como vocês podem notar :). De baixaria chega a política e as eleições que se aproximam!
Sintam-se beijados, queridos leitores (utilizei o plural porque acho que devo ter pelo menos uns dois leitores, eu acho!).